Saúde

Piauí não possui casos confirmados da doença da urina negra, diz Sesapi

De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (SESAPI), a nota é de cunho informativo, porque o Piauí ainda não registra nenhum caso suspeito ou confirmado da doença.
21/09/2021 15h25 - atualizado

Nesta terça (21), por meio do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde do Piauí (CIEVS-PI), a Secretaria de Estado da Saúde (SESAPI) publicou uma nota alertando sobre o crescente número de casos suspeitos de doença de Haff, ou urina negra, pelo Brasil.

Segundo a SESAPI, a nota é de cunho informativo, porque o Piauí ainda não registra nenhum caso suspeito ou confirmado da doença. Segundo a coordenadora de Epidemiologia da SESAPI, Amélia Costa, o CIEVS está monitorando os casos ocorridos em outros estados com o objetivo de antecipar as ações com maior eficiência.

De acordo com informações da nota, a doença de Haff é causada pela ingestão de peixes ou crustáceos contaminados por uma toxina, provocando uma urina com coloração escura, dores musculares e insuficiência renal, sendo mais comum em peixes como o tambaqui, badejo, piratinga, arabaiana ou em crustáceos, como a lagosta, caranguejo e o camarão.

O CIEVS informou que ao todo a doença já foi confirmada em sete estados brasileiros, dentre eles Amazonas, Bahia, Ceará e Pará.

De acordo com a coordenadora, pescados que venham de empreendimentos que promovam boas práticas de manejo e manipulação, tanto na produção, quanto na sua comercialização, não representam riscos.

“Esses alimentos devem sempre ser guardados em baixa temperatura, e consumidos o mais breve possível após sua compra, evitando deixá-los muito tempo na geladeira, já que as condições sanitárias são importantes para evitar contaminação”, explica Amélia Costa.

  • Foto: Luis Marcos/ ViagoraMercado Do PeixeMercado Do Peixe

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