Piauí

Reunião discute criação de centro de produção de camarão no Piauí

Segundo Wellington Dias, o objetivo é desenvolver alternativa para que se possa ter a academia para atuar na área da pesquisa e o setor privado para dar funcionalidade à produção.
  • DA REDAÇÃO
11/12/2019 10h50

O governador Wellington Dias esteve reunido, nesta terça-feira (10), com o secretário da Agricultura Familiar, Hérbert Buenos Aires, a superintendente da Suparc, Viviane Moura e a vice-governadora Regina Sousa para tratar sobre alternativas para transformar o Ceraqua de Parnaíba num centro de produção de camarão e, ao mesmo tempo, preservar suas características essenciais, que é de um centro de pesquisa.

Segundo o governador, o objetivo é desenvolver alternativa para que se possa ter a academia para atuar na área da pesquisa e o setor privado para dar funcionalidade à produção. “Estudos iniciais apontam que, além de outras áreas relacionadas à aquicultura, é importante trabalhar com camarão, pois existe uma perspectiva positiva com emprego de tecnologia moderna de produzir camarão”, afirma o governador.

Na reunião, também foi discutido sobre o projeto desenvolvido na região de Nazária que ficou pronto. “Agora, vamos entrar na fase do plano de negócio numa modelagem de parceria com o setor privado, tudo isso para gerar emprego e renda. O mais importante é trabalhar com essa área de pescados e camarão, com a inclusão de pequenos produtores para que eles possam ter uma renda e alternativa segura nestes setores relacionados a pesca”, afirma o governador.

O secretário Hérbert Buenos Aires confirma que a ideia é transformar o Ceraqua num centro de pesquisa de produção de camarão. “Temos estudo que mostra a viabilidade de criar esse centro de produção de camarão e propomos uma Parceria Público-Privada para impulsionar a produção de camarão do Piauí”, afirma o secretário, explicando que como o estado tem um litoral pequeno, a proposta é ter uma produção intensiva e mesmo num espaço pequeno, mas com tecnologia e recursos ter uma produtividade maior. “Há bastante espaço para produção de camarão, o mercado nacional tem demanda reprimida de forma que não teríamos problemas em colocar esse produto no mercado”, diz o secretário, explicando que o processo é bem atraente para empresas que queiram investir, pois elas vão encontrar uma estrutura sedimentada e precisarão apenas fazer investimentos suplementares.

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