Polícia

"Sou mais do que inocente", diz jornalista Arimatéia Azevedo

A declaração foi feita pelo jornalista a imprensa na manhã desta sexta-feira (12), ao deixar o prédio do Instituto Médico Legal (IML).
12/06/2020 14h45 - atualizado

Ao deixar o prédio do Instituto Médico Legal (IML), em Teresina, onde realizou exame de corpo de delito, após ser preso suspeito por extorsão na manhã desta sexta-feira (12), o jornalista Arimatéia Azevedo fez declarações a imprensa.

O jornalista e proprietário de um portal de notícias em Teresina, afirmou ser inocente e disse que não é “bandido”, ressaltando ser ele quem denuncia autores de crimes.

“Isso é a maior canalhice que já se praticou contra uma pessoa. Eu que denuncio bandido, eu não sou o bandido. Esse médico praticou uma ação criminosa, ele deixou panos dentro do seio de uma mulher e nós denunciamos. Eu sou mais do que inocente, eu combato bandidos”, disse o jornalista.

  • Foto: Divulgação/Rede SocialJornalista Arimatéia Azevedo ao deixar o IML em TeresinaJornalista Arimatéia Azevedo ao deixar o IML em Teresina

Questionado se teria recebido a quantia no valor de R$ 20 mil, apontado durante a investigação do Grupo de Repressão ao Crime Organizado (Greco), Arimatéia negou a acusação e afirmou que combate criminosos há 50 anos.

“Jamais! Eu não sei nem do que ele fala. Ele está comprometendo um velho sério, que é o professor Barreto. Quem denuncia bandido sou eu, há 50 anos”, disse o jornalista.

Sobre o caso

Na manhã de hoje policiais do Grupo de Repressão ao Crime Organizado (Greco) realizaram  a prisão do jornalista Arimatéia Azevedo e do professor da Universidade Estadual do Piauí, identificado como Francisco Barreto.

Segundo informações divulgadas pelo coordenador do Greco, o delegado Tales Gomes, foi instaurado inquérito policial para investigar o crime de extorsão. Os acusados foram presos em suas residências, um no bairro Todos os Santos, zona Sudeste, e outro no bairro Piçarreira, zona Sul da capital.

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