Acusado de estupro no São Marcos diz que teve caso com cunhada
O acusado Ricardo da Silva Paz disse que tinha um caso extraconjugal com a cunhada há pouco mais de 1 ano. Segundo ele, a denúncia, feita por ela, foi uma atitude de vingança.
O enfermeiro acusado de estuprar a cunhada no Hospital São Marcos em Teresina, falou sobre o caso em entrevista exclusiva ao jornalista Telsírio Alencar do Portal Pauta Judicial.
O acusado Ricardo da Silva Paz, teve a prisão decretada pelo o juiz de Direito José Olindo Gil Barbosa, da 5ª Vara Criminal de Teresina.
Ricardo disse na entrevista que tinha um caso extraconjugal com a cunhada há pouco mais de um ano. Segundo ele, a denúncia de estupro, feita por ela, foi uma atitude de vingança, pois o enfermeiro já vinha a algum tempo tentando terminar o relacionamento, porque sua esposa estava desconfiando.
“Minha esposa começou a desconfiar e aí eu pedi que a gente desse um tempo. Por isso ela decidiu fazer essa denúncia sem o menor sentido”, disse o enfermeiro.
Durante a entrevista, o enfermeiro disse: “Como é que eu iria dopá-la para ter uma relação sexual com ela se a gente já vinha tendo um caso extraconjugal há mais de ano?”.
- Foto: Divulgação/Pauta Judicial
Enfermeiro Ricardo da Silva Paz
Questionado pelo Pauta Judicial se ele teve relações sexuais com a cunhada, no dia em que foi acusado, Ricardo alegou que a pergunta deveria ser feita a mulher que o acusou de estupro. “Aonde os dois querem, não tem estupro”, afirmou ele.
O enfermeiro relatou também que a cunhada já tomava medicações para dormir, pois vinha vivenciando uma crise no casamento, e na tentativa de evitar brigar com o esposo, ela fazia o uso dos medicamentos.
O acusado disse ainda na entrevista, que tem como provar todas as informações que estava passando, sobre o relacionamento dos dois e as medicações, por meio de conversas em redes sociais.
Defesa do acusado
O advogado de Ricardo, Alessandro Magno, disse, ao Pauta Judicial, que serão apresentadas as provas que o cliente tem, para o juiz. E que o enfermeiro nega ter cometido o estupro.
"Nosso cliente foi publicamente execrado, julgado e condenado pela opinião pública e parte da mídia, sem processo e sem a menor chance de defesa. Mas a cortina de fumaça que turvava a visão de todos que souberam do caso, começa a se dissipar e nos permitirá enxergar a realidade", afirmou o jurista.
Ainda de acordo com o advogado, o laudo pericial não comprova violência e nem uso de medicamento.
Confira abaixo a entrevista em vídeo:
Com informações do Pauta Judicial.
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