Alepi discute mudanças na Lei sobre parto humanizado na segunda
A lei de autoria da deputada estadual Teresa Britto, estabelece o direito da gestante ser acompanhada por uma doula no pré-parto, no parto e pós-parto e em situações de abortamento.
Na próxima segunda-feira (13), a comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Assembleia Legislativa do Estado (Alepi), discutirá as possíveis mudanças na Lei 7.750/22 de autoria da deputada estadual Teresa Britto (PV), que trata sobre o parto humanizado no Piauí.
De acordo com informações divulgadas pela Alepi, a reunião acontece às 9h00. A lei estabelece o direito da gestante ser acompanhada por uma doula no pré-parto, no parto e pós-parto e em situações de abortamento.
Segundo a parlamentar Teresa Britto, a lei já existe no Piauí, e a busca agora é para que ela seja efetiva. “Existe um preconceito muito grande com essas profissionais, mas a Lei já existe no nosso Estado e em Teresina. Então nós estamos buscando esse entendimento para que a Lei seja efetiva. Já realizamos uma audiência e realizaremos outra na segunda e esperamos que dessa vez os representantes do Conselho Regional de Medicina e do Sindicato dos Médicos comparecem para que possamos discutir juntos. Nós queremos melhorar a Lei para que ela ampare todas as mulheres com uma equipe multidisciplinar”, explicou.
A deputada estadual questiona ausência de profissionais da saúde na reunião que ocorreu no dia 6 de junho, ela também afirma que se deseja um debate, e que por lei Doulas não podem adentrar em planos médicos, por tanto, não há pretensão de embates com a categoria. “Porque eles não sentam com todos nós para que possam pontuar o que eles acham que não deve ter na Lei, como fizeram outras categorias? Os artigos da Lei são claros. A doula não é medica, fisioterapeuta ou enfermeira, elas não podem adentrar no ato nem no plano médico, e isso está claro na Lei. Não queremos um embate, queremos um debate que leve em consideração o direito das mulheres e a segurança no parto”, completou Teresa Britto.
O representante do Núcleo de Direitos Humanos da Defensoria Pública, Defensor Público Igo Sampaio, defende que devam ser realizadas outras reuniões e pediu cautela em relação a revogação da lei. “Deve haver outras reuniões e contribuições técnicas. A lei está vigente e há uma presunção de validade. Preocupa-me bastante um pedido de revogação, pois a lei foi discutida, aprovada e sancionada e agora tem vida própria. Se há alguma questão técnica a ser discutida, ela tem que ser fundamentada”, esclareceu.
Já Carla Belchior, subdefensora pública geral do Piauí, afirma que é importante haver uma legislação para assegurar os direitos da população. “É importante que os direitos estejam resguardados por leis, pois muitas vezes é preciso que se defenda o óbvio”, disse.
Partido Liberal decidiu retirar minha pré-candidatura ao Governo do Piauí, diz Toni Ro
O jornalista afirmou que decisão do partido será respeitada, descartou interesse em disputar vagas proporcionais e garantiu que continuará atuando no jornalismo e na fiscalização do poder público.Ciro Nogueira comemora aprovação de PEC que garante aposentadoria aos agentes de saúde
A matéria representa uma grande conquista para os agentes comunitários de saúde que já buscavam apoio parlamentar para sua aprovação.MP investiga vereador de Castelo do Piauí por acúmulo indevido de cargos
A apuração está sendo feita pelo promotor de Justiça Lucas Nonato da Silva Araújo.Quanto menos candidatos da oposição, mais força teremos para embate, diz Joel
Joel destacou que o diálogo é fundamental nesse processo, junto do respeito. “Eu acho que as palavras fortes são o respeito e o diálogo.Senado Federal aprova inclusão da educação financeira nas escolas
A proposta já faz parte da Base Nacional Comum Curricular desde 2017, e agora está prevista na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, tornando a aplicação obrigatória.










E-mail
Messenger
Linkedin
Gmail
Tumblr
Imprimir