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Prefeitura de Teresina orienta descarte correto de objetos cortantes

De acordo com a prefeitura, em 2021, as equipes de limpeza registraram 12 acidentes com materiais perfuro-cortantes na capital, neste ano, até o momento, já foram três acidentes contabilizados.

A Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habilitação (SEMDUH), faz um alerta sobre o descarte irregular de agulhas, espetos e cacos de vidro, que precisam ser feitos de maneira cuidadosa, para não lesionar as pessoas que trabalham com a coleta de lixo domiciliar.

De acordo com a Prefeitura de Teresina, em 2021, as equipes de limpeza registraram 12 acidentes com materiais perfuro-cortantes na capital, neste ano, até o momento, já foram três acidentes contabilizados.

Foto: Divulgação/ Prefeitura de TeresinaSEMDUH orienta descarte de materiais cortantes à população
SEMDUH orienta descarte de materiais cortantes à população

Segundo o secretário da SEMDUH, Edmilson Ferreira, essas situações podem ser facilmente evitadas se a população tiver cuidado na hora de descartar seu lixo doméstico. “Existem algumas orientações que são muito importantes na hora de acondicionar o lixo: os moradores devem colocá-lo em sacos plásticos resistentes e, se for preciso, usar dois sacos. Os resíduos não podem atingir mais de 70% da capacidade do saco para evitar que rasguem na hora do manuseio. Também é fundamental que sejam bem amarrados. Além disso, objetos cortantes, como vidros não recicláveis e espetos, devem ser colocados em garrafas pets ou caixas de sapato antes de serem colocados em sacos de lixo, tanto para evitar romper os sacos quanto para a segurança de quem vai manuseá-los”, explica.

Ele ainda acrescenta que materiais como agulhas, não devem ser descartadas em lixo doméstico. “A pessoa deve separar esse material, leva-lo para a Unidade Básica de Saúde ou hospital mais próximo, onde ele deve ser descartado no lixo hospitalar. O lixo hospitalar não é recolhido pelas equipes de limpeza da Prefeitura, e sim por empresas particulares porque para evitar infecções, a destinação, o manuseio e o tratamento desses materiais é diferente do lixo comum. Cada estabelecimento de saúde de Teresina tem que ter uma empresa contratada para esse recolhimento. Logo, eles devem receber esse material de pacientes, mesmo que tratados em casa”, ressalta.

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