Vigilância Sanitária do Piauí realizará inspeção na Água Mineral Regina após matéria do Viagora
Em nota, a DIVISA informou que a inspeção sanitária tem o objetivo de verificar as condições higiênico-sanitárias do local de produção e envasamento da água.
A Diretoria de Vigilância Sanitária do Piauí (DIVISA) vai realizar uma inspeção sanitária na empresa Água Mineral Regina, localizada em Teresina, após reportagem publicada no Viagora, na qual um consumidor relatou ter encontrado uma espécie de lodo no interior de algumas garrafas.
Em nota, a DIVISA informou que a inspeção sanitária tem o objetivo de verificar as condições higiênico-sanitárias do local de produção e envasamento da água.

De acordo com o órgão, caso sejam encontradas irregularidades, medidas cabíveis serão adotadas. “A DIVISA informa ainda que realizará uma inspeção sanitária na empresa responsável pela marca para verificar as condições higiênico-sanitárias do local de produção e envasamento da água, bem como adotar as medidas cabíveis, caso sejam constatadas irregularidades”, disse em nota.
Veja abaixo a nota da Vigilância Sanitária Estadual na íntegra:
A Diretoria de Vigilância Sanitária do Piauí (DIVISA) informa que, até o momento, não recebeu denúncia oficial referente à presença de lodo em garrafas da água mineral da marca Regina, conforme circula na midia local.
No entanto, a DIVISA informa ainda que realizará uma inspeção sanitária na empresa responsável pela marca para verificar as condições higiênico-sanitárias do local de produção e envasamento da água, bem como adotar as medidas cabíveis, caso sejam constatadas irregularidades.
Entenda o caso
Um cliente de Teresina denunciou à reportagem que encontrou uma espécie de lodo no interior de garrafas de 500 ml da Água Mineral Regina, compradas em um supermercado de Teresina no último dia 10 de outubro.
Segundo o denunciante, as garrafas estavam em fardos do lote L163 com validade datada até junho de 2026. Ele relatou ainda que pessoas próximas chegaram a ingerir o líquido antes de notar a presença de resíduos esverdeados na água, que podem contaminá-la e representar risco à saúde dos consumidores.
O consumidor se indignou com o fato e declarou que o produto deveria seguir um padrão rigoroso de qualidade. O químico industrial da empresa, Raimundo de Sousa Franco, afirmou que o problema pode ter sido causado por “estocagem inadequada” do produto. Segundo o profissional, a garrafa PET é sensível e não deve ser armazenada em locais úmidos ou próximos a produtos químicos, ele reafirmou ainda a disponibilidade em face do cliente final para a subsituição do produto.
"Nesses casos, um dos pontos essenciais que a gente observa é a questão do lote, como foi estocado, como foi o transporte do distribuidor e o acondicionamento até o cliente final. A garrafa pet precisa ter todo um cuidado, não pode ficar estocada em cima de lodo, mofo, papelão molhado e nem no chão, porque a superfície do pet é muito sensível para qualquer tipo de água, até mesmo refrigerante. Se estocar próximo de desinfetante, sabão em pó, carne, sangue, pode ocorrer problemas", informou.
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