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"A Câmara de Teresina tem autonomia administrativa", afirma Dudu

Segundo o vereador, a Câmara apresentou uma maturidade na responsabilidade para a escolha do pleito que aconteceu de forma antecipada nessa quarta-feira (15).

Nessa quarta-feira (15), o vereador Dudu Borges (PT) declarou que mudou de posicionamento quanto a votação da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Teresina, pois após conversas com todos os partidos e bancadas houve a garantia de que o processo eleitoral não desrespeitaria a questão jurídica. A chapa de Enzo Samuel (PDT) foi escolhida para assumir a liderança da casa.

O parlamentar junto ao Ismael Silva (PSD) se absteve da votação para antecipação do processo eleitoral na Casa, porém o petista votou a favor de Enzo Samuel, agora presidente da Mesa Diretora. Dudu explicou que havia um temor de que a medida seria questionada pelo jurídico, uma vez que tudo foi esclarecido o vereador afirmou que compreende o processo e que todos os partidos estão representados na chapa eleita para 2023-2024.

Foto: Luis Marcos/ ViagoraVereador Dudu
Vereador Dudu

“Eu dizia na terça, eu não votei no requerimento e não assinei. Porque eu dizia do medo da preocupação da gente ter algum movimento aqui na Câmara que não seja de consonância com harmonia e a questão jurídica e ai a gente sofrer algum questionamento jurídico e passar um vexame. Graças a Deus que de ontem o dia todo com muita conversa com todas as bancadas e com todos os partidos conseguimos ter o entendimento, aonde todos os partidos e todas as bancadas, se fazem presente na chapa diretora da câmara do próximo biênio. Ou seja, está composta com todos os partidos. Isso dá uma segurança jurídica para não ter questionamento de nem um lado, a votação a Câmara tem autonomia, eu dizia isso ontem o que eu tinha de preocupação era de um movimento nesse sentido de não ter esse respeito e alguém questionar, um vereador, ou alguém da própria população”, explica.

Para Dudu a Câmara de Teresina apresentou uma maturidade na responsabilidade para a escolha do pleito, visto que em uma chapa participam nove partidos com quatro blocos. O vereador ressalta ainda que o pleito é perfeito no âmbito político, administrativo e jurídico.

“Graças a Deus, hoje, com muita maturidade foi apresentado uma chapa onde tem 9 partidos participando com 4 blocos. Ou seja, todos bem representados nessa mesa diretora e com a chapa única, tanto é que a Câmara por unanimidade, quase 28 vereadores dos 29 votaram nessa chapa e aí na minha opinião, graças a Deus, a Câmara dá um sinal de maturidade de responsabilidade e aí o pleito na minha opinião se consagra um pleito perfeito, política administrativamente e juridicamente”, declara.

Questionado se a antecipação da votação era prematura, Dudu afirmou que não faz diferença votar agora ou depois, mas deve ser ressaltado o respeito as normas e questões jurídicas.

“Olha, a Câmara, ela tem autonomia administrativa política e qualquer um vereador pode propor uma ação. O fato de tá votando agora ou votando lá na frente não muda nada, o que nós temos que respeitar é o rito é a composição é a representatividade que a Câmara tem, tudo isso foi observado. Eu dizia ontem que não votava naquele requerimento porque eu queria saber se nos iriamos votar uma chapa aonde nessa chapa tivesse a representatividade de todos os partidos e não só o PT, todos! E hoje nós chegamos aqui no entendimento, passamos o dia todo ontem “costurando”, conversando e chegamos hoje com uma chapa na mesa diretora bem representada, representativa de todos os partidos. Então, se o colegiado dos 28 vereadores, se Deus quiser nem um vai morrer, tanto faria uma votação agora como em janeiro como em dezembro, não faz diferença. O que tem que ter é o respeito as normas a questão jurídica e isso tudo foi resguardado e respeitado aqui”, afirma.

 Com informações de Thuanne Carvalho.

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