Flávio Bolsonaro é credenciado para a disputa presidencial de 2026, avalia Samantha Cavalca
A vereadora declarou que o pré-candidato tem uma habilidade única na política, capaz de unificar a direita e construir alianças sólidas para o grupo.
Nesta terça-feira (9), a vereadora Samantha Cavalca (Progressistas) defendeu a pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à presidência da república. Em entrevista ao Viagora, a parlamentar destacou que o perfil articulador e agregador do filho de Bolsonaro o credencia para a disputa.
Samantha Cavalca declarou também que o pré-candidato tem uma habilidade única na política, capaz de unificar a direita e construir alianças sólidas para o grupo.

“A minha avaliação é a melhor possível, eu espero realmente que a população do Piauí conheça o Flávio Bolsonaro assim como eu tive a oportunidade de conhecê-lo. É uma pessoa gentil, um cavalheiro, alguém que tem uma habilidade única na política, então eu não tenho dúvidas de que ele vai construir alianças políticas benéficas por todo o Brasil, inclusive aqui no Piauí. Ele também é uma pessoa que carrega o sobrenome Bolsonaro”, destacou.
A vereadora também comentou sobre a importância da família Bolsonaro liderar esse movimento político voltado para as eleições de 2026.
“Cada membro da família tem uma personalidade diferente. A gente vê o Carlos Bolsonaro, que é mais aguerrido nas redes sociais, já o Eduardo Bolsonaro, que é um político muito assertivo nas suas colocações, temos a Michelle Bolsonaro, que tem um apelo muito grande do eleitorado evangélico feminino, e temos o Flávio, que tem esse perfil mais político, mais agregador na composição dessas alianças. Independe do perfil dessas pessoas que citei, todos eles carregam a base que é Deus, Pátria, Família e Liberdade, além dos ideais defendidos pela Família Bolsonaro. Eu tenho certeza de que Flávio Bolsonaro é credenciado para essa disputa”, explicou.
Em relação às críticas sobre a pré-candidatura do filho de Bolsonaro, Samantha afirmou que a direita não está rachada e que a estratégia de não ter uma candidatura única beneficia o grupo.
“Algumas pessoas estão fazendo críticas a respeito da escolha do nome dele, afirmando que a direita está rachada, mas não está. Se a gente observar o panorama geral a gente vê que o próprio Lula não conseguiu distribuir o poder. Ele é o único candidato, se ocorre alguma coisa com ele, uma enfermidade, um acidente, não terá outro candidato. É diferente da direita, que tem o Flávio, o Eduardo, Michelle, o Tarcísio de Freitas e tantos outros governadores que têm renome nacional, tem um trabalho que o precede. A direita pode ser considerada felizarda em ter diversos líderes que são capazes de assumir essa responsabilidade, de carregar uma campanha presidencial”, ressaltou.
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