Para a Defesa Civil ser autorizada a executar o serviço em imóveis particulares, o risco deve ser devidamente constatado e a vulnerabilidade social comprovada.
De acordo com o 1º tenente do Corpo de Bombeiro, Pedro Bento, as ocorrências que mais acontecem são as de alagamento em ruas, pessoas presas em automóveis e quedas de fios elétricos e árvores.
No mês passado, foi contabilizado o total de 50 ocorrências, das quais 8 estão relacionadas a queimadas e incêndios, o dobro do mês de julho, que teve 4 chamados.
De acordo com os dados, os atendimentos foram distribuídos de forma variada, sendo 52 em janeiro, 61 em fevereiro, 76 em março, 44 em abril, 35 em maio, 38 em junho e 34 em julho.
A visita ocorrida neste domingo (26) teve por objetivo avaliar de perto os danos causados pelas chuvas, identificando as principais demandas e alinhar estratégias para minimizar os impactos.
Segundo o diretor de Prevenção e Mitigação da Secretaria de Estado da Defesa Civil do Piauí, Werton Costa, o foco é apostar firmemente nas estratégias.