O prefeito de Monsenhor Gil foi acusado de contratar sem concurso público. O Tribunal de Contas do Piauí determinou que o gestor regularize as contratações indevidas.
O Tribunal de Contas do Estado do Piauí vai julgar nesta terça-feira (23) a denúncia feita pelo vereador Wlisses Alves Duarte da cidade de Morro Cabeça no Tempo
O Ministério Público do Piauí expediu recomendação a 90 prefeitos para que sejam suspensos quaisquer pagamentos efetivados ao escritório de advocacia João Azedo e Brasileiro Advogados Associados.
As bandas contratadas pelo ex-prefeito de Monsenhor Gil se apresentaram no carnaval de 2013. O gestor também é acusado de contratar bandas sem licitação.
O ex-prefeito de Palmeirais teria feito pagamento a empresas em detrimento de salários de servidores públicos. A DFAM chegou a constatar pagamento de R$ 421 mil a uma única empresa, em 2016.
Os vereadores do município de Manoel Emídio acusam o ex-gestor de ter contratado escritórios de advocacia para defenderem interesses particulares pagos com dinheiro público.
O MP instaurou o procedimento após relatório do Ministério Público de Contas demonstrando possível dano ao erário no pregão presencial nº 002/2014 da Sedet no valor de R$ 52.009,98.
O presidente não tomou providências e nem respondeu ao Tribunal sobre as acusações contra servidores da empresa por acumulação ilegal de cargos públicos.
Além de trabalhar como secretário de Administração em Francisco Macedo, ele exerce também a função de administrador na prefeitura e, ainda, é lotado na cidade de Fronteiras.