O julgamento contou com a participação do promotor de Justiça Régis de Morais Marinho, que representou o Ministério Público do Piauí (MPPI) e defendeu a condenação do acusado.
Segundo a decisão, Cleiton Alves utilizou-se da sua profissão, policial militar da ativa, para comercializar de forma clandestina armas e munições nessa região.
A vítima foi assassinada na madrugada do dia 16 de abril de 2014 com extrema violência, como foi apontado pelo juiz Muccio Miguel Meira, responsável por proferir a sentença.
Segundo o MPPI, a vítima estava trabalhando em seu estabelecimento comercial, no dia 14 de janeiro de 2025, quando foi morta a tiros na presença de sua irmã.
A sentença foi emitida nessa segunda-feira (1º), pelo juiz Cléber Roberto Soares de Souza, que preside o Tribunal Popular do Júri da Comarca de Bom Jesus.
Conforme o Ministério Público do Estado, o homicídio foi motivado por rivalidade entre facções criminosas e disputa entre territórios no contexto do tráfico de drogas.