Coronavírus no Piauí

Piauí vai vacinar adolescentes de 12 a 18 anos com comorbidades

Segundo o secretário Florentino Neto, os adolescentes vão tomar a vacina da Pfizer, a única que pode ser aplicada em menores de 18 anos no Brasil conforme a Anvisa.
20/07/2021 10h31 - atualizado

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) anunciou nesta terça-feira (20), que os adolescentes acima de 12 anos que tenham comorbidades específicas, serão vacinados contra a Covid-19 no Piauí.

O secretário de Saúde, Florentino Neto explica que essa nova etapa é mais um passo a frente da imunização de toda a população e para isso, a Sesapi deve divulgar uma orientação aos municípios nas próximas horas, regulamentando a vacinação deste publico.

  • Foto: Divulgação/Governo do PiauíSecretário da Sesapi, Florentino NetoSecretário da Sesapi, Florentino Neto

“Esse tema tem sido tratado pelo Governo do Estado há muito tempo. O governador Wellington Dias levantou a pauta da vacinação dos adolescentes no Fórum Nacional de Governadores. A vacinação dos adolescentes sempre foi uma grande preocupação para nós. As comorbidades e deficiências permanentes deixam as crianças mais expostas ao risco de contrair a doença e a vacina é a nossa esperança de protegê-las contra a Covid-19. Continuamos no enfretamento a doença com todo o rigor”, declarou o gestor.

Segundo Florentino Neto, os adolescentes vão tomar a vacina da Pfizer, a única que pode ser aplicada em menores de 18 anos no Brasil conforme a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A vacinação desse grupo a partir dos 12 anos entrará na cota de 30% dos imunizantes destinados no Piauí às pessoas com comorbidades e que estão relacionadas no Plano Nacional de Imunização (PNI), como prioritárias para a imunização contra o coronavírus.

O secretário afirma ainda que no retorno às aulas, os professores já estarão vacinados e esse grupo com deficiência e comorbidades ficaria de fora e são adolescentes que precisam da escola como meio educacional.

"Estamos voltando às aulas com professores vacinados e esse grupo com deficiência e comorbidade ficaria de fora. São crianças que necessitam da escola como meio educacional, convivência social e estimulação", afirmou.

De acordo com a Sesapi, é necessário apresentação de laudo médico no ato da vacinação. A imunização destes jovens e crianças vai dar maior segurança às famílias para o retorno das aulas.

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