Coronavírus no Piauí

Strans adota medidas em terminais para evitar aglomeração

Segundo a Strans, a medida deve ser implantada nos demais terminais de integração da Teresina até a próxima segunda-feira (06).
04/04/2020 18h20 - atualizado

A Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (Strans) começou a adotar medidas neste sábado (04), para evitar aglomerações nos terminais de integração das zonas Sul e Leste de Teresina por meio de faixas que demarcam a distância de 1,50m para que os usuários utilizem enquanto aguardam o transporte público.

Segundo a Strans, a medida para evitar aglomerações foi tomada devido ao aumento no número de passageiros nos últimos dias na capital, e informa que a medida deve ser implantada nos demais terminais de integração da cidade até a próxima segunda-feira (06).

  • Foto: Divulgação/ Prefeitura de TeresinaStrans adota medidas para evitar aglomerações nos terminais da capitalStrans adota medidas para evitar aglomerações nos terminais da capital

O superintendente Weldon Bandeira explica que é importante que os usuários compreendam que se deve evitar aglomerações, e que a medida foi implantada para que os passageiros não sejam contaminados pela Covid-19.

“Observamos que esta semana teve um aumento no número de passageiros nos terminais em relação a ultima semana quando foi verificada redução de 90% dos passageiros. Essas medidas são para evitar que os usuários estejam expostos aos riscos de contaminação pelo novo coronavírus. Pedimos a colaboração das pessoas para que respeitem os limites especificados nas demarcações para o seu próprio bem e de sua saúde”, explica o gestor.

De acordo com o diretor de Operação de trânsito da Strans, coronel Jaime Oliveira, as medidas estão sendo executadas pelos fiscais do sistema de transporte público que atuam nos terminais, com o apoio de policiais militares e guardas civis municipais.

“É um trabalho em equipe para que tenhamos bom resultado. O ideal seria o isolamento social em obediência às orientações da Organização Mundial de Saúde e demais autoridades, mas quando não é possível temos que ter outras alternativas”, afirma o diretor.

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