Coronavírus no Piauí

COE emite alerta sobre alta ocupação dos leitos da rede privada em Teresina

O comitê ainda solicita que a sociedade piauiense mantenha as medidas de prevenção contra a Covid-19.
24/12/2020 09h12 - atualizado

Nessa quarta-feira (23), o Centro de Operações Emergenciais em Saúde Pública do Piauí (COE/PI) emitiu um alerta sobre a atual situação da pandemia da Covid-19 no Piauí.

O documento informa que a situação do estado frente à pandemia é emergencial, com relação à grande ocupação de leitos clínicos e de UTI’s da rede privada de saúde. Os hospitais particulares Unimed e São Paulo emitiram comunicado essa semana avisando que não há mais leitos para atender pacientes infectados pelo coronavírus.

Em nota, o comitê reafirma que a rede pública está com a taxa de ocupação hospitalar inferior a 50%, mas o esgotamento da rede privada em Teresina é um sinal de alerta. O COE ainda pediu que sejam intensificadas as medidas higiênico-sanitárias, com o objetivo de diminuir o risco de contágio pela doença.

“O COE Piauí se reuniu hoje e atento a situação da rede privada de saúde de Teresina, que está com a ocupação alta, dos leitos destinados ao tratamento da Covid-19, estabeleceu este alerta para a população para que continue cumprindo as medidas higiênico-sanitárias estabelecidas pelos órgãos de vigilância em saúde, com a finalidade de controlar o avanço da doença”, destaca do secretário de Estado da Saúde, Florentino Neto.

O comitê ainda solicita que a sociedade piauiense mantenha as medidas de prevenção contra a Covid-19, cumprindo as determinações estabelecidas pelo Governo do Estado do Piauí e da Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) com relação ao combate da doença no estado.

“Pedimos à população do Piauí que possam atender a este alerta, para que possamos passar as festas de final de ano de forma segura. Nossa rede está preparada para atender, porém é necessário a colaboração de todos para não sobrecarregar nosso sistema de saúde”, enfatiza o secretário.

Também foi feito um alerta aos atuais gestores municipais, bem como, àqueles que assumirão em 1º de janeiro de 2021, para manter o cumprimento dos protocolos de medidas higiênico-sanitárias e das notas e recomendações técnicas expedidas pelo Governo do Estado e pela Sesapi e Vigilância Sanitária, que estabelecem normas a serem observadas durante a pandemia e em especial nesse final de ano.

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