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Advogado Jefferson Costa é transferido para Irmão Guido em Teresina

O acusado estava no 12º Distrito Policial desde o dia 15 de julho, data em que foi lavrado o auto de prisão em flagrante, pelo estupro contra uma mulher na última quarta-feira (14).

Nesse final de semana, o advogado Jefferson Moura Costa, acusado de estuprar uma faxineira em um condomínio na zona Leste da capital, na última quarta-feira (14), foi transferido para a Penitenciária Irmão Guido, em Teresina.

O acusado estava no 12º Distrito Policial desde o dia 15 de julho, data em que foi lavrado o auto de prisão em flagrante.

  • Foto: DivulgaçãoAdvogado Jefferson MouraJefferson Moura Costa

A vítima foi encaminhada para fazer o exame de corpo de delito no Serviço de Atendimento às Mulheres Vítimas de Violência Sexual (SAMVVIS) e o resultado saiu no início da madrugada no dia 15 de julho. Com o resultado comprovando o crime, foi autuado em flagrante pela delegacia plantonista.

Denúncias

O advogado Jefferson Moura Costa é suspeito de ter feito pelo menos outras cinco vítimas. As outras duas denúncias partiram de duas jovens que entraram em contato diretamente com nossa reportagem e agora vão levar o caso à polícia.

De acordo com a Delegacia da Mulher, logo após a repercussão do caso da jovem de 27 anos, um outro estupro foi constatado. Um homem já havia registrado um Boletim de Ocorrência em fevereiro deste ano contra o advogado, o acusando de ter tocado em seu órgão genital no elevador do condomínio.

Prisão Preventiva

O juiz Markus Calado Schultz, da Central de Inquéritos de Teresina, decretou, no início da tarde do dia 15 de julho a prisão preventiva do advogado Jefferson Moura Costa.

Nos autos, o magistrado pontuou que a prisão preventiva do acusado era necessária em razão da conduta e gravidade dos crimes realizados pelo advogado.

OAB-PI

Nesta sexta-feira (16), o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil - Seccional Piauí (OAB-PI), Celso Barros Coelho Neto, informou que foi suspendeu por 90 dias o registro profissional do advogado Jefferson Moura Costa.

Segundo Celso Barros, a OAB-PI repudia veementemente a conduta praticada pelo advogado e reforçou que vai pedir informações acerca da conduta do investigado, desde o estupro contra várias mulheres, e um homicídio.

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