O processo foi liberado para julgamento nessa terça-feira (27) pelo relator, ministro Edson Fachin. A data do julgamento será definida pelo presidente da Segunda Turma, Ricardo Lewandowski.
Aprovados no início do mês pelo Senado Federal, os dois projetos de lei sancionados alteram o subsídio dos 11 integrantes do STF e da atual chefe do Ministério Público Federal, Raquel Dodge.
“Impedir ou dificultar a manifestação plural de pensamento é trancar a universidade, silenciar estudantes e amordaçar professores”, afirmou a relatora Cármen Lúcia.
O presidente eleito disse que vai se reunir com o juiz para relatar a proposta. Ele também afirmou que se surgir uma vaga no STF irá oferecer para Moro.
A investigação vai apurar suposto pagamento de propina ao senador em 2014, para que o Progressistas apoiasse o PT, e em 2017, para que não apoiasse o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.
A reunião contou com a presença de todos os Tribunais de Contas do país. O encontro teve como tema central a situação das obras paralisadas em todo o Brasil e as condições do sistema prisional.
Dentre outros pontos, o senador disse que inexistem elementos que apontem para a sua participação nos supostos ilícitos ou que demonstrem a existência de vínculo intersubjetivo entre os agentes.
Também são alvos do inquérito o ex-ministro Edinho Silva, e os executivos Joesley Batista e Ricardo Saud. O pedido de instauração de inquérito é baseado na colaboração premiada de executivos do J&F.