As atividades foram realizadas nos dias 11 e 12 de maio, sob coordenação da promotora de Justiça Francisca Lourenço, com o apoio de uma equipe multidisciplinar do MP.
A ação civil aponta possíveis práticas de improbidade administrativa referentes a manutenção de contratações informais para funções permanentes com pagamentos inferiores ao salário mínimo.
O MP informou que a iniciativa tem o objetivo de fortalecer projetos e ações voltados à proteção dos direitos de pessoas idosas, bem como de crianças e adolescentes em todo o estado.
A iniciativa busca o acompanhamento dos serviços desenvolvidos pelos órgãos responsáveis pela promoção e defesa dos direitos das crianças e adolescentes
A decisão pioneira atende ao pedido do Ministério Público do Estado (MPPI), que destacou a extrema periculosidade e a necessidade de isolar lideranças de grande influência no crime organizado.
O promotor de justiça Ricardo Lúcio Freire Trigueiro iniciou a investigação após representação formulada pelo advogado Sérgio Martins de Souza Queiroz, domiciliado em São Paulo.